Lala Deheinzelin

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Lala é o apelido de Claudia Deheinzelin, filha de pai francês e mãe italiana, nascida em São Paulo no ano de 1958. Criada em meio à cultura e as artes – principalmente pela atuação do pai, Jacques Deheinzelin (diretor de fotografia da Vera Cruz) e da avó Gerda Brentani (pintora, desenhista e ilustradora), deu seus primeiros passos profissionais na publicidade, dança e teatro. Dirigiu e coreografou espetáculos premiados (Clara Crocodilo), atuou como atriz no cinema (A Festa, de Ugo Giorgetti), em novelas (Vale Tudo) e minisséries (Noivas de Copacabana) e apresentou programas culturais como Metrópolis e Carlton Cine.

Sua experiência em direção avançou para a produção de grandes eventos corporativos, onde teve a oportunidade de convergir expressões e linguagens artísticas para grandes empresas.

Sempre interessada na busca de soluções para os problemas da sociedade, Lala aproximou-se naturalmente do Terceiro Setor, onde começou dirigindo premiações. Foi também assessora da Presidência do Sebrae Nacional, chegando ao sistema ONU como Conselheira Especial do United Nation Office for South South Cooperation. A Economia Criativa começava a ser considerada estratégia de desenvolvimento e Lala passou a acompanhar o tema nos 4 continentes, tornando-se pioneira no Brasil.

Em paralelo às atividades de direção, Lala dedicou-se aos estudos da transdisciplinaridade e linguagem simbólica, sintetizados no solo “12 Trabalhos de Hércules”, premiado com a Bolsa Vitae de Artes para pesquisa, direção, coreografia e atuação. Interessou-se também por estudos do futuro, tornando-se, na época, a única brasileira associada à World Future Society e, em seguida, uma das fundadoras do Núcleo de Estudos do Futuro da PUC – SP, parte do United Nation Millennium Project. Anos depois, criou o Movimento Crie Futuros, incorporando as culturas de rede e colaborativa ao seu trabalho.

LIVRO E METODOLOGIA

Por ocasião da Rio +20, em 2012, Lala escreveu o livro “Desejável Mundo Novo” (português/ inglês e coreano), organizando conceitos e ferramentas para mudança de modelos de organização social a partir de novas economias.
Em 2014, criou e coordenou, a convite da ESPM-Sul, a primeira Pós Graduação em Economia Criativa e Colaborativa. Desde então, vem sistematizando seus conhecimentos num sistema de gestão de processos para as mudanças de modelos socioeconômicos do século XXI. Uma metodologia baseada em Estudos de Futuro e 4 Novas Economias (Criativa, Compartilhada, Colaborativa, Multimoedas), que denominou Fluxonomia 4D.